Já contei mil vezes pra vocês que antes de ser doceira trabalhava na TV como produtora né? Devo ter umas 4 mil histórias pra contar dessa época ~mágica~ da minha vida, desde ter andado de limousine em Hollywood até ter … Continuar lendo →
Aqui em casa tenho uma boa quantidade de livros de receita – não tantos quanto alguns amigos blogueiros (alô Pat, alô VH!), mas com certeza mais que pessoas normais que não trabalham com cozinha. Às vezes eu olho pra estante … Continuar lendo →
Outro dia eu estava aqui pensando se as outras pessoas “normais” também fazem isso – eu e as minhas amigas conversamos sobre um monte de coisas, mas conversamos muito, mas muito mesmo, sobre comida. Especialmente minha querida amiga Maria … Continuar lendo →
Foto: Divulgação/ Disney Chegamos à melhor parte da viagem: a comida! A gente acordou cedinho quase todos os dias em Orlando, porque queríamos chegar aos parques logo que eles abrissem. Esse esquema foi bem bom – de manhã os parques … Continuar lendo →
Quando criança, o que você queria ser quando crescesse? Eu particularmente nutria a mais profunda admiração pelas caixas de supermercado, que passavam o dia apertando botões que faziam abrir aquela caixa registradora espetacular e cheia de dinheirinhos (sei que … Continuar lendo →
Antes de começar esse post vamos esclarecer que não estou ganhando nadinha para dizer o nome das marcas dos chocolates nessa receita, ok? Aliás, pessoal na Nestlé e da Hershey’s, se quiserem contribuir com o fundo The Cookie Shop … Continuar lendo →
Adoro sobremesas do tipo “parece mas não é”, acho pura diversão. Dá pra ver aqui e aqui, que eu gosto de brincar com a minha comida, né? (até dei uma entrevista para a Revista Festa Viva sobre o assunto – … Continuar lendo →
Já postei uma versão de tortinhas de flor aqui neste bloguinho há muitos e muitos anos – elas eram de chocolate e podem ser, a bem da verdade, com o recheio que a colega quiser e tiver disponível.
Dessa vez me deu vontade de fazer as flores com miolo amarelinho de lemon curd, para aproveitar umas gemas e uns limões que estavam de bobeira aqui, sobras de outras receitas.
As massinhas podem ser assadas com antecedência até uns dois dias antes e guardadas num pote bem vedado – aí é só rechear um pouco antes de servir pra ficarem mais crocantes.
Esses pãezinhos são daqueles que você olha e fica quebrando a cabeça pra saber como são modelados, mas na verdade são super simples!
Essa modelagem de nozinho não é novidade e já tinha visto em alguns canais de panificação gringos – o povo usa mais pra fazer pão de canela, mas aqui eu fiz com goiabada cremosa, e acho que qualquer geleia mais consistente dá certo!
Eu não sei quem é a Rose. Sei que ela passou essa receita pra minha mãe, que deve ter gostado muito porque anotou no nosso caderninho. Lembro te ter comido essa queijadinha quando era pequena, mas não foi feita muitas vezes, e também não estava junto no momento dessa preparação, o que acabou me criando um problema: a receita era só uma lista de ingredientes, sem nenhum instrução a não ser a palavra BATER antes deles.
Mas bater como? Batedeira? Liquidificador? à mão?
O resto (temperatura do forno, tamanho de forma) a gente adivinha fácil, mas e o resto?
A lista de ingredientes também levantou vários questionamentos: quantos gramas tinha um pacote de coco ralado nos anos 80? 100g? 50? Qual o tamanho da colher de sopa pra medir o queijo e a farinha?
Infelizmente jamais saberemos e aí utilizei a ciência menos valorizada no mundo da confeitaria: o chute.
Então está aqui uma tradução/ releitura da queijadinha da misteriosa Rose, que ficou simplesmente deliciosa ainda que seja só uma versão da que mamãe fez um dia. Espero que gostem e que também traga pra vocês memórias gostosas.