Bolo Prestígio (com auto-cobertura)

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Essa é uma daquelas receitas que o destino coloca no caminho da gente – são muitos sinais, muitas aparições nas timelines das redes sociais, muitas pessoas comentando em grupos de facebook. Como eu acredito nos sinais enviados pelo cosmos achei melhor fazer logo para me livrar do carma.

Não que fosse um grande esforço, já que, na minha opinião, coco + chocolate é uma combinação perfeita, tipo Brad e Angelina, John e Yoko, Jay-Z e Beyoncé, William e Fátima.

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A parte legal desse bolo é que a gente já assa tudo de uma vez, o creme de coco vai primeiro e a massa de chocolate por cima, e mesmo assim nada se mistura e fica lindinho na hora de cortar. Ele ser feito em banho maria ajuda muito a ficar um bolo úmido e que lembra de leve um brownie já que o sabor do chocolate também é super intenso. Quem quiser ver a receita original pode dar uma olhada no vídeo do Eduardo Beltrame, criador da receita. Apesar de ter essas duas preparações é um bolo muito simples que não requer uso de batedeira.

Bolo Prestígio no Banho-Maria

Rende 1 bolo de 25cm de diâmetro aproximadamente

Para o creme de coco

  • 1 lara de leite condensado
  • 1 ovo
  • 100ml de leite
  • 1 colher de sopa de farinha de trigo
  • 100g de coco ralado (usei o mais fino mas a receita original pede em flocos)

Para a massa de chocolate

  • 300 ml de leite
  • 150g de manteiga
  • 190g de farinha de trigo
  • 190g de açúcar
  • 140g de chocolate em pó (50% cacau)
  • 1 colher de sopa de fermento
  • 2 ovos

Unte com manteiga e polvilhe com açúcar uma forma de furo central entre 22 e 25cm de diâmetro com pelo menos 8cm de altura (fiz na de 22cm e ainda assim sobrou um pouco de massa). Prepare um banho-maria e preaqueça o forno a 200 graus.

Prepare o creme de coco: Numa tigela média, misture todos os ingredientes muito bem. Passe para a forma preparada e reserve na geladeira ou freezer.

Prepare a massa: Aqueça o leite e misture com a manteiga, que vai derreter. Numa tigela grande, misture os ingredientes secos. Junte o leite com a manteiga e os ovos, misturando muito bem até ficar homogêneo.

Coloque com cuidado a massa sobre o creme de coco para não misturar (eu usei uma concha e fui distribuindo aos poucos. Leve ao banho-maria por aproximadamente 40 a 50 minutos, ou até passar no teste do palito.

Deixe esfriar fora da geladeira e desenforme morno. Sirva em temperatura ambiente.

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Uma festa na sorveteria

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Mais um aniversário da filha e, depois de dois anos sem fazer festa, decidimos não deixar passar em branco e convidamos algumas poucas amiguinhas para comemorar.

O tema escolhido foi sorveteria, o que veio super a calhar com o calorão que estava fazendo no dia! Como aqui a festa é feita em casa, arregaçamos as mangas e mergulhamos fundo no pinterest (pra quem quiser ver as referências da gente o link está aqui).

O primeiro passo foi aquele passeio gostoso na 25 de março. Me surpreendi com a quantidade de material de decoração bacana e nacional para festa de criança disponível por lá, ficou bem mais fácil achar o que eu imaginei dessa vez. O cordão de luzes de bolinha, roda gigante de cupcakes e potinhos de bala em forma de sorvetinho encontrei por lá. Endereços no final do post.

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O bolo com o sorvete derretendo em cima é um clássico dazinternete, e a aniversariante fez questão que fosse esse modelo em verde, e beeem altão. Sim, o bolo é de verdade verdadeira, chocolate com brigadeiro. Para completar a mesa de doces muitos brigadeiros, beijinhos e suspiros recheados, tudo feito aqui mesmo com as próprias mãos.

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Os cupcakes eram baunilha e chocolate com recheio de doce de leite, cobertura de marshmallow, cereja e biju no topo, feitos pela amiga The Cake is on the Table.

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Claro que não podiam faltar os biscoitos decorados né? A dona da festa escolheu os tradicionais amanteigados de baunilha e eu obedeci. A parte de salgados foi toda feita pelo pai da mocinha. Teve cheeseburguer, cachorro quente, pipoca e coxinhas, muitas coxinhas.

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Os pratos de pedestal dos doces e bolo são do acervo da gente mesmo, nessas horas a gente percebe que talvez tenha louça demais na vida. Alguns foram cedidos gentilmente por amigos queridos. Os toppers dos docinhos foram comprados prontos, da Cromus, e tem pra vender em tudo quanto é loja de festa – são da linha Patisserie.

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Algumas peças, como as taçonas gigantes, foram locadas na D. Filipa. Os pompons de papel de seda fiz eu mesma, mas tem pra vender também nas lojas. As plaquinhas de lousa também tem prontas da Cromus.

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Aqui a brincadeira era fazer uma “oficina” de sorvetes – foi muito legal deixar as meninas colocarem as coberturas, balinhas e melecas à vontade nos seus gelados. Foi uma atividade bem divertida e que não precisou de muita supervisão dos adultos. Fora a sorveteria, chamamos também a Tia Pipoca, uma monitora sensacional que valeu muito o investimento, já que a animação foi a alma da festa.

O telhadinho de papel era parte de um painel da Cromus que veio com defeito e não pudemos usar, então colamos só essa parte na parede mesmo.

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As lembrancinhas eram baldinhos de isopor compradas em loja de descartáveis com um adesivo de vinil colado na tampa. Para ficar com mais cara de sorvete colei uma colher em cada um com washi tape. Dentro algumas balinhas e porcariadas. Encomendei também toalhinhas em forma de sorvete de casquinha e colocamos tudo num carrinho que também alugamos na D. Filipa.

Como sempre, uma trabalheira danada, mas também muito gostosa. Melhor momento – uma das amiguinhas veio me dizer: Tia, essa é a melhor festa da minha vida!😀

Serviço:

Bolo, biscoitos decorados e docinhos: The Cookie Shop

Cupcakes: The Cake is on the Table

Salgados: Alexandre Raposo

Artes/papelaria – links no meu pinterest

Lousinhas, toppers, toldinho, cordão de luzes bolinha, canudos, cataventos: Cromus/Rizzo Embalagens

Locação de objetos: D. Filipa

Casquinhas de sorvete: Central do Sabor

Toalhinhas de sorvete: Magazine 25

Animação: Quiz Eventos

Amendoim Confeitado

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Amendoim doce, amendoim praliné, amendoim do tiozinho do farol (ou sinal pra quem não é de São Paulo). Uma receita simples mas que eu nunca tinha conseguido fazer dar certo: ou a casquinha esfarelava demais ou os amendoins ficavam meio carecas, com pouca cobertura.

Às vezes na vida só o que a gente precisa é a voz da experiência. Comentando com a tia de uma amiga dessa minha deficiência em fazer minducas do farol ela me deu todas as dicas de seus anos de prática e, pela primeira vez, os danados ficaram incríveis.

Vou passar pra vocês a receita com os macetes da tia, tá? Satisfação garantida!

Amendoim Confeitado

  • 2 xícaras de amendoim cru (tem que ser cru e com a pelinha roxa, senão o açúcar não gruda)
  • 2 xícaras de açúcar
  • 1 pitada gordinha de sal
  • 1 xícara de água
  • 2 colheres de sopa de chocolate em pó
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • canela em pau (opcional, dica da minha amiga Renata Damasio <3)

Junte todos os ingredientes em uma panela de fundo grosso – leve ao fogo alto mexendo sempre. É melhor se for uma panela alta, porque o fermento faz a mistura espumar e subir. Não tire o olho da panela, porque pode transbordar e a sujeira é de chorar (adivinha se eu não fiz isso?). Quando ferver abaixe o fogo para médio-baixo.

Aos poucos a mistura vai engrossando e ficando com menos espuma, continue mexendo até desgrudar do fundo da panela (no total dá uns 25 minutos de cozimento mais ou menos). Tire a panela do fogo e bata com a colher de pau até começar a açucarar. Pare de mexer e deixe esfriar por uns 10 minutos.

No começo a mistura espuma e sobe, depois vai engrossando até desgrudar da panela. Bata com a colher de pau até ficar como a segunda foto.

Com um garfo grande de duas pontas solte os amendoins e coloque para esfriar numa assadeira. Guarde em lata ou vasilha com tampa.

amendoim doce

Brigadeirão da Palmirinha

brigadeirão da palmirinha

Já contei mil vezes pra vocês que antes de ser doceira trabalhava na TV como produtora né?

Devo ter umas 4 mil histórias pra contar dessa época ~mágica~ da minha vida, desde ter andado de limousine em Hollywood até ter procurado um sambista bêbado perdido na Av Paulista que ia entrar no ar ao vivo e sumiu (não me peçam nomes que eu não falo nem sob tortura).

Mas de todas as minhas experiências, uma das mais legais pra mim é ter trabalhado com a Palmirinha Onofre. Na verdade nem era minha obrigação, eu produzia um outro segmento na emissora, mas havia uma coincidência de horários e eu ficava meio de bobeira logo na hora em que ela estava fazendo a preparação da receita do dia. Enquanto a gente papeava eu ia ajudando a picar um chocolate, lavar um prato, provava um bolinho de chuva, e assim meu dia mega estressante tinha um momento de paz e felicidade.

Daquela época eu guardei algumas receitas que tive o prazer de provar pessoalmente, e esse brigadeirão é uma delas – fora de brinca, nunca provei um igual. Fica super cremoso, sem nenhum furinho e com um gostinho de chocolate quente que a vó fazia.

Brigadeirão da Palmirinha

rendimento: 1 pudim de 20cm de diâmetro

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 xícara (250ml) de leite integral
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 6 gemas
  • 4 colheres de sopa de chocolate em pó (50% de cacau)
  • chocolate granulado para a cobertura

Unte uma forma de pudim de 20cm de diâmetro com manteiga e polvilhe com açúcar. Reserve.

Preaqueça o forno a 190 graus. Prepare um banho-maria: coloque uma assadeira na grade mais baixa do forno e encha até a metade com água bem quente.

Bata no liquidificador todos os ingredientes menos o granulado (coloque primeiro os liquidos no copo do liquidificador). Bata até ficar bem homogêneo e passe a mistura para a forma preparada. Cubra com papel alumínio e coloque dentro da forma do banho-maria.

Asse por aproximadamente 01h30, observando se a água não começa a secar – se secar vá completando, senão o pudim talha e perde a cremosidade.

Dá pra ver se está pronto se o pudim estiver firme, mas ainda meio balançando no centro – pode testar com o dedo mesmo.

Deixe amornar e leve à geladeira por pelo menos 6 horas, ou de um dia para o outro.

Para desenformar passe uma faquinha pelas laterais da forma deixando entrar um pouquinho de ar. Se estiver muito colado, coloque por alguns segundos sobre a chama do fogão e tente novamente.

Vire sobre um prato e decore com o granulado. Sirva gelado.

fatia de brigadeirão

The Cookie Shop no Eataly

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Vocês já foram no Eataly? Eu que poderia morar lá me adota Eataly sou muito fã fiquei muito feliz com o convite de dar uma aula de biscoitos decorados por lá. Primeiro pela honra de estar ao lado de tantos professores bacanas e segundo pela oportunidade de me empanturrar de focaccia e nutella como se não houvesse amanhã.

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Vai ser uma aula bem descontraída e não precisa ter experiência.

O curso será no dia 08/09 (terça-feira) das 19h às 21h.

Para se inscrever entre em contato pelo e-mail cursos@eataly.com.br ou pelo telefone (11) 3279-3300.

Espero vocês lá!

Receitas com nomes fofos parte 2 – Toucinho do Céu

toucinho do ceu

Ah, os ovos, esses incompreendidos pela sociedade. Durante anos foram vilões da alimentação, de castigo ajoelhados no milho junto com a cafeína e a manteiga.

Mas como tudo muda nessa ciranda da vida e da nutrição, agora ~estudos indicam~ que o ovo e seus amigos café e manteiga estão liberados e quem deve ir mofar no cantinho da disciplina é o glúten.

Para comemorar essa redenção porque não enfiar o pé na jaca e fazer logo uma ode ao ovo, uma linda homenagem em forma de doce português?

Reza a lenda que esse nome lindo, Toucinho do Céu, deve-se à receita original levar banha de porco. Como todos os meus doces portugueses preferidos este é um doce conventual, criados pelas freiras internas nos conventos de Portugal. Pesquisei um pouco e existem inúmeras receitas, variando bastante os ingredientes e sua proporção – nos blogs das colegas portuguesas de Lisboa a versão mais comum vai um pouco de doce de abóbora na massa, talvez para dar mais cor, mas eu quis fazer ele amarelinho claro e com uma vaga lembrança de quindim.

Para esta receita utilizei gemas pasteurizadas – elas estão bem mais fáceis de encontrar (já vi para vender em dois supermercados e várias lojas de confeitaria aqui em São Paulo). Infelizmente as embalagens disponíveis no varejo são de 1 litro, e depois de abertas tem que ser usadas em até 24 horas, então vale a pena comprar só se tiver planos para muito doce com gemas.

Caso utilize os ovos comuns, as claras congelam muito bem em potinhos menores. Eu congelo de duas em duas e uso para suspiros, coberturas de marshmallow, suflês salgados, mousses e buttercream, é só deixar em temperatura ambiente por algumas horas.

Toucinhos do Céu

rendimento: 24 unidades

  • 500g de açúcar refinado
  • 200ml água
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 180g de amêndoas moídas ou farinha de amêndoas
  • 4 ovos
  • 12 gemas
  • gotas de extrato ou licor de amêndoas (opcional)

Numa panela média de fundo grosso, misture o açúcar e a água até dissolver um pouco. Leve ao fogo alto, sem mexer, até ferver e o açúcar dissolver, formando uma calda em ponto de fio. Coloque a colher de manteiga sobre a calda e deixe amornar.

Unte com manteiga e polvilhe com açúcar 24 forminhas de empada, quindim ou cupcake. Coloque as forminhas em uma forma grande e reserve. Preaqueça o forno a 170 graus (forno baixo).

Numa tigela misture as amêndoas, os ovos e as gemas. Passe essa mistura para a panela com a calda e misture bem, fora do fogo. Quando estiver bem homogêneo volte a panela ao fogo baixo, mexendo sempre, até engrossar e virar um creme leve. Desligue o fogo e misture o extrato de amêndoas ou licor.

Divida esse creme entre as forminhas e leve ao forno por mais ou menos 30 minutos, até passar no teste do palito.

Desenforme morno, quase frio, e polvilhe açúcar de confeiteiro ou açúcar gelado antes de servir.

Os toucinhos tem validade de 5 dias na geladeira, em pote com tampa.

toucinho do céu

 

Bolo Indiano (ou Bolo da Índia)

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Já faz alguns anos que estava com essa receita anotada pra fazer aqui pro blog e nunca rolou. Talvez pela pouca frequência com que a gente compre farinha de rosca, ou por sempre escolhermos bolos mais simples de frutas para o lanche, esse projeto do bolo indiano acabou na gaveta. Até que um dia comecei a acompanhar a reprise da novela Caminho das Índias.

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Bateu uma curiosidade sobre os doces da Índia e, para minha decepção, não consegui achar nenhuma referência da origem desse bolo – o que me leva a chutar que na verdade ele de indiano tem só o nome, e talvez a canela em pó.

O caso é que ele é um sucesso nas padarias, e talvez tenha sido criado para aproveitar o pão que não é vendido e transformado em farinha de rosca. A receita que usei veio do site da Dona Deôla, padaria aqui de São Paulo – alterei algumas coisas por minha conta e risco, e ficou bem parecido com o bolo que comi por lá. Pra quem aprecia canela e é fã de leite condensado pode se jogar sem dó.

Bolo Indiano

Rendimento: 1 bolo redondo de 22cm de diâmetro

Para a massa:

  • 6 ovos (claras e gemas separados)
  • 100g de manteiga sem sal em temperatura ambiente
  • 1 xícara de açúcar refinado
  • 1 e 1/2 xícara de farinha de rosca
  • 1 colher de chá de canela em pó
  • 2 colheres de chá de fermento em pó químico

Para o recheio e cobertura:

  • 1 lata de leite condensado
  • 2 gemas
  • 1/2 lata de leite integral (usar a lata de leite condensado como medida)
  • canela em pó para polvilhar

Para a calda:

  • 1/2 xícara de açúcar
  • 1 xícara de água
  • 1 pedaço de canela em pau

Preaqueça o forno a 180 graus. Unte com manteiga e polvilhe farinha de trigo em uma forma redonda de 22cm de diâmetro e 8cm de altura.

Bata as claras em neve e reserve. Na batedeira, bata a manteiga com o açúcar e as gemas até virar um creme claro e fofo. Junte a farinha de rosca, canela em pó e fermento e bata sóa até misturar.

Incorpore as claras em neve – primeiro junte uma colher bem generosa de claras à mistura de manteiga e misture vigorosamente. Junte o restante das claras e misture em movimentos de fora para dentro cuidando para não desinflar a mistura. Misture somente até as claras sumirem e transfira para a forma preparada.

Asse até dourar e passar no teste do palito, aproximadamente 35 a 40 minutos – não abra o forno antes de 30 minutos para não solar o bolo. Desenforme morno.

Enquanto isso, faça o recheio: misture todos os ingredientes (menos a canela) numa panela pequena de fundo grosso. Leve ao fogo baixo, mexendo sem parar, até virar um creme grosso, parecido com brigadeiro mole ou creme de confeiteiro. Passe para uma vasilha e cubra com plastico filme aderido à superfície do creme. Utilize frio.

Para a calda, junte a àgua, açúcar e pau de canela numa panelinha e leve ao fogo somente até dissolver o açúcar. Leve à geladeira e retire a canela somente na hora de usar.

Montagem:

Corte  o bolo ao meio com a ajuda de uma grande faca de serra ou com uma linha. Coloque uma das metades do bolo no prato de servir e umedeça ligeiramente com a calda (pode usar uma colher de sopa ou um pincel de cozinha). Espalhe metade do creme de leite condensado e cubra com a outra metade do bolo, umedecendo novamente.

Espalhe o restante do creme por cima do bolo e polvilhe canela em pó. No bolo da foto eu utilizei um bico pitanga pequeno para confeitar com o creme.

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